Existem certas entropias e criações constantes que fazem parte dos nossos ciclos interiores. Nossa tarefa é entrar em sincronia com eles.

Como os ventrículos do coração, que se enchem, se esvaziam e se enchem de novo, nós “aprendemos a aprender” o ritmo desse ciclo da vida-morte-vida em vez de nos sentirmos martirizadas por ele. Vamos compará-lo a pular corda. O ritmo já existe. Nós balançamos para a frente e para trás até nos sentirmos no ritmo. Então, entramos. É assim que se faz. Não é nada mais complicado do que isso.

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