Além do mais, a intuição fornece opções. Quando estamos ligadas ao self instintivo, sempre temos pelo menos quatro escolhas... as duas que se opõem, a intermediária e aquela a que se chega "após uma contemplação mais profunda".

Se não estivermos investidas do intuitivo, podemos pensar que temos apenas uma escolha, e com freqüência que ela é indesejável. Sentimos, também, que temos de sofrer a respeito do assunto, de nos submeter e de nos forçar a aceitá-la. Não. Existe um jeito melhor. Preste atenção ao seu ouvido interior, à sua visão interior, ao seu ser interior. Siga-o. Ele sabe o que fazer em seguida. Um dos aspectos mais notáveis do uso da intuição e da natureza instintiva é que ela causa o surgimento de uma espontaneidade segura. Ser espontânea não quer dizer ser imprudente. Não se trata de uma qualidade do tipo “atacar e falar sem pensar”. As fronteiras válidas ainda são importantes. Scheherazade, por exemplo, tinha uma boa noção dos limites. Ela usou a esperteza para agradar enquanto ao mesmo tempo se posicionava de modo a ser valorizada. Ser verdadeira não significa ser inconseqüente; significa, sim, permitir que La Voz Mitológica se expresse.Consegue-se isso calando o ego por algum tempo e deixando falar à vontade aquilo que deseja se expressar.

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