O rompimento do vínculo entre a mulher e sua intuição selvagem é muitas vezes encarado erroneamente como se a própria intuição é que estivesse destruída. Não é o que ocorre. Não foi a intuição que se partiu, mas, sim, a bênção matrilinear da intuição, a transmissão da confiança intuitiva de todas as mulheres de uma linhagem, que já se foram, para aquela mulher específica — é esse longo rio de antepassadas que foi represado.
A compreensão da mulher da sua sabedoria
intuitiva pode ser fraca em conseqüência do rompimento, mas com exercício ela
poderá se restaurar e se manifestar em sua plenitude.

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